
Na década de 50, após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil vivia um crescimento industrial intenso. Mas a eletricidade era uma das grandes deficiências do país. Desde a década anterior, a de 40, o carvão mineral catarinense já abastecia a indústria metalúrgica, tanto que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) instalara na cidade de Tubarão a Usina de Beneficiamento de Carvão (Lavador do Capivari).
Mas o resíduo, um carvão considerado de menor poder calorífico, era dispensado. Visionário e embalado pelo slogan “50 Anos em 5” do presidente Juscelino Kubitscheck, o governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, enxergou no rejeito uma oportunidade, incentivando o início do processo que, décadas mais tarde, se tornaria a maior termelétrica movida a carvão mineral da América Latina.
Mas o resíduo, um carvão considerado de menor poder calorífico, era dispensado. Visionário e embalado pelo slogan “50 Anos em 5” do presidente Juscelino Kubitscheck, o governador de Santa Catarina, Jorge Lacerda, enxergou no rejeito uma oportunidade, incentivando o início do processo que, décadas mais tarde, se tornaria a maior termelétrica movida a carvão mineral da América Latina.