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FINEP afirma que projetos da Diamante Energia são elegíveis com taxas reduzidas de financiamento.

FINEP afirma que projetos da Diamante Energia são elegíveis com taxas reduzidas de financiamento.

Publicado em
12/13/2023

Na última semana, a Diamante Energia recebeu uma visita importante da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), representada pelo Diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Carlos Aragão e pelo Superintendente da Área de Inovação, Maurício Alves Syrio, acompanhados por dois professores de Engenharia Mecânica do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa e Engenharia (COPPE/UFRJ), Carolina Cotta e Renato Cotta.Durante a visita, os Conselheiros e Diretores da empresa apresentaram alguns projetos que podem ser desenvolvidos dentro do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda e na região.Entre as possibilidades, está a instalação de uma planta de produção de microsílica com capacidade produtiva de 3 t/h de produto acabado e uma produtividade anual de aproximadamente 22 mil toneladas. Além disso, há um projeto relacionado com dessulfurizarão, que consiste no aproveitamento dos gases de exaustão para a produção de fertilizante; produção de amônia verde e captura de carbono à base de amônia, todos visando a Transição Energética Justa.De acordo o presidente da Diamante, Pedro Litsek, a FINEP possui duas linhas de financiamento, uma a fundo perdido, que financia de forma integral, e outra com taxas bastante reduzidas. “Nós apresentamos esses projetos e, de acordo com os representantes do organismo de fomento, todos eles podem ser elegíveis a taxas reduzidas, uma excelente notícia”, explicou Pedro.A próxima etapa será apresentar os projetos, que já estão prontos, e desenvolver uma modelagem financeira a partir do segundo trimestre de 2024 para apresentação à FINEP.Todos os projetos envolvem a construção de infraestrutura, compra de equipamentos e novas oportunidades de trabalho.Visita à SATC Antes da visita ao Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, os representantes da FINEP e da COPPE/UFRJ foram conhecer as estruturas e projetos da SATC, parceira da Diamante em Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).Durante o encontro, o grupo pôde acompanhar de perto os estudos tecnológicos que envolvem à Transição Energética Justa e ao ecossistema de inovação da SATC, como o uso de zeólitas sintéticas (espécie de filtro de toxinas) em três aplicações: captura de CO2, fertilizantes e detergentes.Para o reitor da SATC, Carlos Antônio Ferreira, a visita é uma forma de apresentar as propostas trabalhadas e um momento de fazer conexões para novos estudos. “O CTSatc inova em muitos sentidos e quando se fala em ideias que vão ao encontro da Transição Energética Justa, diferentes iniciativas estão em execução. São esses estudos que contribuem para transformar a indústria do carvão e é esse ecossistema que a gente quer ajudar cada vez mais a construir, evoluir e, claro, trazer mais desenvolvimento para a região”, destaca.A partir de apoio da Finep, a Diamante Energia e CTSatc, têm a possibilidade de desenvolver projetos de maior escala. “Além de estudos ligados ao carvão mineral, nos propomos a realizar iniciativas em diversas áreas e, para isso, investimentos além do que já aprovamos é de suma importância. Para que assim, novas possibilidades saiam do papel”, enfatizou o presidente da Diamante, Pedro Litsek.Colaboração: Comunicação SATC

Olivia Rhye
Product Designer, Untitled

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