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Transição Energética Justa é debatida pela FIESC em Criciúma

Transição Energética Justa é debatida pela FIESC em Criciúma

Publicado em
8/22/2024

Transição Energética Justa é debatida pela FIESC em CriciúmaO Radar Pocket – Transição Energética aconteceu nesta terça-feira, 21 de agosto, na ACIC em Criciúma. Durante o evento, foram abordados oportunidades e desafios para as indústrias na redução da emissão de gases de efeito estufa, assim como políticas públicas, incentivos e abastecimento energético mais sustentável.O evento, promovido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), em parceria com o SESI e SENAI, contou com a presença de autoridades, lideranças do setor carbonífero, especialistas e pessoas interessadas no assunto. Na abertura, o presidente da Federação, Mario Cezar de Aguiar, destacou que o tema Transição Energética está na pauta das empresas que querem ser mais competitivas no mercado.A primeira palestra foi do Secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Guilherme Dallacosta. "Posso assegurar que é a maior pauta ESG que temos hoje no governo. Precisamos juntar todas essas peças para construir o melhor caminho para Santa Catarina, e não vamos fazer isso copiando modelos de países da Europa; precisamos ter um modelo catarinense”, afirmou o secretário.Logo após, um painel trouxe os executivos da SCGás, Otmar Josef Muller, da Diamante Energia, Pedro Litsek, além da Associação Brasileira do Carbono Sustentável, representada por Márcio Zanuz, para debater a transição energética justa com a seguinte pergunta: Matriz Energética de SC: como atender os compromissos de neutralidade climática e assegurar o abastecimento energético das indústrias?Assuntos como a captura de carbono, diversificação energética e a necessidade das térmicas para a segurança energética do país foram algumas das pautas.O presidente da Diamante Energia, gestora do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda em Capivari de Baixo, Pedro Litsek, afirmou que, atualmente, as térmicas são necessárias para o sistema elétrico e que a matriz elétrica do Brasil é quase 90% renovável. "A nossa matriz energética já é equilibrada em termos de participação de fontes renováveis e não renováveis. Porém, quando há uma baixa hídrica, por exemplo, o Operador Nacional do Sistema (ONS) recorre às térmicas no período seco, que têm fonte firme e podem ser acionadas de forma imediata", disse Litsek.Pedro ainda explicou que o carvão é abundante no país, com precificação em reais, empregos gerados e sem risco de desabastecimento por eventos internacionais. “A geração termelétrica a carvão deve ser considerada mesmo no futuro, com adequados sistemas de captura de carbono”, concluiu.

Olivia Rhye
Product Designer, Untitled

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